quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

A música nossa de cada dia





Feliz ano novo, que tudo se realize segundo os seus desejos, etc... etc... Isto é o que nós todos desejamos e pedimos ao nosso Ente Supremo.

Mas eu não quero falar sobre Bom Fim e, sim, me realizar mentalmente e espiritualmente para prosseguir bem nesta minha longa jornada.

E pretendo prosseguir aprendendo a conviver com a minha família e meus amigos, captando humildemente, aquilo que me transmitem.

Isto é: novidades surgem sempre, abrindo meus horizontes, por intermédio da tecnologia moderna.

Através delas, busco conhecer as preferências dos meus netos e bisnetas, nem sempre compreendidas por mim.

Neste verão descobri que se há uma coisa que devo aprender é ouvir com tranquilidade os novos ritmos musicais, desconhecidos até então, e que estão onipresentes nesta barulhenta música atual.

Sinceramente, não posso dizer que a música pós-moderna me agrade totalmente. Mas sabem, queridos leitores, que ouvindo com calma e tranquilidade durante estes dias, descobri que há sonoridade e alguma melodia que cativa alegremente meus ouvidos.

É que na verdade, a confraternização musical com netos e bisnetos faz com que a reunião seja mais alegre e descontraída. 

Para conviver com a mocidade, procure compreendê-la; participe da vida deles!

Concluo, humildemente, que quanto mais convivemos e participamos de suas vidas, mas felizes e alegres seremos.

Até a próxima, meus queridos!

Nida
PS: Estava terminando de escrever o texto quando liguei a televisão... Coincidentemente seis lindas jovens estavam cantando e tocando brilhantemente seus violões e harmônicas, num clássico do nosso cancioneiro: “Não há, oh! gente, oh! não, luar como este, do Sertão”. Num instante eu estava com 15 anos... Com saudade, refleti: a MÚSICA foi e será, sempre, o espelho d’alma, estejamos nós alegres, tristes ou saudosos.
A música une a humanidade. Crianças, jovens, adultos que se tornarão idosos comunicativos e dispostos a viver... Com ritmo e esperança a vida fica mais feliz.


Um comentário:

  1. Feliz Ano Novo, também para você, Nida. E, muitas músicas, danças e sons aparentemente horríveis que, ao tempo, se mostram atuais e necessários ao nosso contato com filhos, netos e bisnetos. Beijos de sucesso em 2018

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