domingo, 27 de novembro de 2016

Descobrindo os meus... os nossos medos






Desde o nascimento,  ao ver a luz, gritamos e choramos. Por quê? Talvez porque a primeira sensação que sentimos ao vir ao mundo seja o MEDO.

E assim a vida nos leva, quando crianças, a um misto de medo e amor pelos próprios  pais e professores ... O tempo passa e modifica a qualidade do medo, mas ele segue nos atormentando, ainda que não nos apercebamos de sua presença.

A infância, a adolescência... e o danadinho do medo se disfarça e continua lá, cada vez mais sentido – sim, porque essa é a época mais difícil e maravilhosa ao mesmo tempo!

Vivendo intensamente todos os momentos, chegamos à idade adulta: ora alegres, ora tristes... e medrosos, sempre procurando ser felizes e driblar as arestas desta tão discutida vida para, então, chegar à velhice – ainda cheios de dúvidas.

Absorvo tudo o que se fala a respeito deste período polêmico e ainda que esta explanação pareça um tanto amarga, quero mesmo neste encontro é dar um grande “viva à vida”! 

Apesar das minhas inquietações, estou certa de que todas as sensações que vivenciamos ao longo  dessa bela jornada de alegrias, tristezas, medos e receios nos dão a capacidade de transformação: nós, seres humanos, podemos modificar o pior para o melhor.

Se mudamos o rumo dos nossos medos, superamos os dissabores e, em troca, experimentamos nossas realizações pessoais: a formação profissional, a família, enfim, passamos a viver a vida plenamente, desejando que o melhor nos aconteça.

Para que o medo seja banido de nossas vidas e dê lugar à confiança é preciso dizer, simplesmente: EU SOU FELIZ POR ESTAR VIVENDO.

Obrigada, meus leitores!


Nida 

NIDA DEL GUERRA FERIOLI (95) é Conciliadora e Mediadora de Conflitos (formada em 2014); 


Professora de italiano; Autora do livro “Vivendo a Vida”. 

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